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Defesa: não precisamos de mais do mesmo
Que Forças Armadas precisamos para defender Portugal em 2030? Depois dessa resposta, dimensionem-se os homens, as mulheres, as armas, os quartéis e o orçamento. Não ao contrário.
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Que Forças Armadas precisamos para defender Portugal em 2030? Depois dessa resposta, dimensionem-se os homens, as mulheres, as armas, os quartéis e o orçamento. Não ao contrário.
O Atelier Carvalho Araújo, que venceu o concurso do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana de conceção de empreendimento a custos controlados em Matosinhos, denuncia: “O contrato nunca foi assinado. O PRR terminou. As casas não existem.”
Centenas de novas unidades deverão entrar em funcionamento até ao final da década. Morningstar DBRS vê oportunidades para energéticas, operadores de redes e empresas de resíduos, mas alerta que a rentabilidade dos projetos continua dependente da estabilidade regulatória.
O grupo francês BPCE, que controla o Novo Banco, tornou-se acionista estratégico do Banco Sabadell através de compras no mercado e instrumentos financeiros. Participação não deverá ultrapassar 9,9% e os dois grupos vão estudar uma cooperação estratégica.
Ursula von der Leyen classificou a atual crise energética de preços como "mais um lembrete de que o próximo orçamento de longo prazo precisa de estar à altura dos muitos desafios que a Europa enfrenta".
Comissão Europeia defende que a UE combine medidas de apoio imediato com redução da dependência dos combustíveis fósseis.
Procurador-geral da República decidiu acabar com o grupo de reflexão liderado por Ana Carla Almeida. Em causa está a inexistência de colaboração entre o grupo de reflexão e outras estruturas do Ministério Público, bem como com a Procuradoria Europeia. Funções do grupo vão passar para o DCIAP.
Fatia de 200 milhões de euros do Orçamento do Estado vai financiar obras inacabadas do PRR, desde que fiquem concluídas até ao final do próximo ano. Ministro afasta derrapagens, mas reconhece que há projetos muito atrasados. Medida abrange escolas, centros de saúde, casas, creches e lares.
Investimento por executar no ano passado representou 0,7% do PIB. No primeiro semestre deste ano, investimento executado não chega ainda a metade do previsto.
No arranque da sessão há apenas duas cotadas a desvalorizar, a Galp e a Altri.
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