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“É raro conseguir evitar uma colisão. Diziam-nos para baixar a cortina e tapar os ouvidos”. O pior dia de um maquinista da CFL
A pessoa de quem o seu comboio se aproximava não reagiu ao som da buzina. Foi atropelada pelo comboio e morreu. Nas estatísticas, trata-se de um acidente com vítimas. Para Patrick Raach foi “um choque”. Como é que se vive e trabalha depois disso?